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Não me tapes a boca,
com as palavras que senti abraços,
palavras que agora me amordaçam
e me fazem ter medo de dizer,
o que sinto,
de partilhar o que sou...
Não deixes o medo de magoa e sofrimento
fazerem-te parar de viver...
Cautela é sempre bom ter,
em demasia...estagna-te...
num espaço escuro...em que luzes de vida e fogo
se acendem há tua volta e tu não tocas,
não sentes, não arriscas,
com medo de perder.
Dói perder...
Dói sofrer...
Sabemos que dói seja de que maneira for...
Mas saberás que dói mais não viver?
Eu espero-te,
aqui onde te encontrei...
mas não demores...
pois sei que se assim for,
eu tentarei buscar-te...
Mas prefiro, quero, que venhas
sozinho,
pois assim saberei que tens certezas
nos teus passos...
Marília Rodrigues 17.04.2007
Caminho... como se a morte me chama-se... Caminho... para o sono e o cansaço, de uma vida tão curta como se o amanhã fosse sempre o último suspiro. Sento-me, e ao meu redor, rodeiam-me memórias e fantasmas, que me trouxeram pela mão, que me empurraram para esta prisão, em que a carcereira sou eu e tudo o que trago dentro de mim. Os meu crimes , as minhas culpas, são onde também sou vítima... são onde também sou inocente... mas aprisiono-me como castigo, inconscientemente, pois na verdade, não tenho solução... a prisão é cómoda, e tenho medo de sair daqui porque lá fora o mundo é pai, mas castiga-me de igual forma. Marília Rodrigues 06.04.2007
E os vazios enchem-se de horrores...Angustias fantasmagóricas que se unem,a mim...Caminhos inalcançáveis de luz quente...e o frio embriaga-me a não viver...a desistir...de saber novamente que realidade é a minha...perdi a noção do certo...e errado...em mim, já não há norte e sul....e tudo o que vejo são campos em que outrora plantei flores,hoje estão queimados...cinzas foi o que restou...de um fogo posto, que durou um ano...alastrou-se...e o meu mundo ruiu-me aos pés.Sem saber o que fazer....limitei-me a olhar a destruição...que ainda hoje olho...e choro...aperto o meu coração...para não me fugir....Lamentos de dor infinitas...Do que vale tudo o que fiz...se agora nada tenho?E a reconstrução...é o próximo passo...mas já não tenho força para erguer novos alicerces...Deixo-me ficar...esperando que alguém o faça por mim...Esperando...que alguém me salve deste horror...em que vivo...Mas sabendo...perfeitamente que ninguém virá...Fecho os altos portões...Fecho-me em mim...e vivo assim...acarinhando as recordações...sozinha...onde as lágrimas me aconchegam o sono...e deixo-me dormir...sempre...na esperança de dormir eternamente...Marília Rodrigues 30.03.2007
Foto tirada no ano novo...há uns mesitos já...saudades...de voçeses...muitas muitas...='( humm...que posso eu dizer mais...que gostava de estar contigo...mas não posso mais uma vez =( relembrar o que escrevi há um ano atrás, depois de deixar tantas pessoas...voçés..como o tempo passa...sinto-me velha e ainda nem os 18 fiz...mas também falta pouco :/ bom deixando-me de lamexisses =P...e passando a mais lamexisses...=X Irmão e amigo, para sempre!Ao som das tuas criações escrevo…Algo que te quero dizer…És e serás o melhor amigo que posso ter…Hoje e sempre queria-te comigocomo na nossa infância…Mas o passar do tempo fala mais altoe as nossas vidas deixaram de terum caminho paralelo…Mas o passar do temponão levou o sentimento…sempre tentas-te e por vezes conseguisteajudar-me…sempre quiseste e continuas a querero melhor para mim…Por vezes as escolhas que façopodem-te parecer as mais estúpidas,mas sabes sempre as minhas razões,mesmo que para ti, não sejam validas…mas compreendes-me, e apoias-mesejam quais for as escolhas que faça…Sinto tanto a tua falta…As nossas vidas deram voltas incríveis,Jamais pensei enquanto menina,que me separaria tanto de vocês os dois…sempre foram a minha base…Queria vos tanto aqui…Os meus olhos lacrimejam…é a saudade…da tua presença…saudade de tempos idos que jamais voltaram…a não ser em nossa memoria…Hoje mais do que nunca queria-te comigo…já passou mais um ano…e o tempo que passa a voar…Estarei sempre aqui…sabes disso…Devil_Girrl 17.03.2006
E prontos este ano...foi isto que eu não tive inspiração para mais =X sorry...
mas tu gostas na mesma...e acredito que até fiques com a lagriminha no olho =P hihi
Beijos grandes e que tenhas um dia lindo =)
gosto-te muito mano...=)
Onde em mim há verdades em que eu própria me cego... Onde em mim as ilusões ditam realidades, verdades, em que eu não quero acreditar... e uma mão esfrega-me a cara nessas palavras poeirentas e cheias de crueldade, em livros que eu própria escrevi, e não sabia...ler nas entrelinhas... vasculhar o passado e deitar tudo cá para fora e na verdade é tudo, são todos, uma grande mentira... Mas porquê? porquê? não quero acreditar... mas é assim mesmo... e eu escondo-me para não pensar... durmo para me esquecer... fumo para me acalmar.... acordo... e em cheio me acertam os pensamentos dolorosos, que me fazem chorar.... chorar e gritar chorar e gritar... onde ninguém consegue ver, sentir, ouvir... onde ninguém se apercebe da amargura que escondo, e entrelaço nos nós dos dedos, debaixo da língua, dentro da cabeça, querendo escorrer pelos olhos uma magoa infinita de mil feridas sem sarar... de uma doença sem cura... de uma maldição sem retorno...
Acorda! já é tarde... ... O que estás aí a fazer, especada a olhar para a janela? ... Vai dormir...amanhã tens de te levantar cedo... ... Passo a passo...tudo se desmorona em quanto penso, escrevo, durmo... e passam breves segundos de paz em que consegui não pensar... em nada... em ninguém... Marília Rodrigues 04.03.2007
Dias inteiros por percorrer,tanto para cantar, dançar, rir,chorar, dizer, fazer,crescer...Entro em tempos de mim que me quero esquecer.E as oportunidades que teimamem fugir...ou simplesmente ainda não tenho força para as agarrar.Deixei amor consumir-me...deixei tanto de mimpara amanhã...Muralhas que ergui,que sinto destruídas...submersas em poeira e destroços de mim,num passado que não esqueci.num passado que me atormentae não me deixa viver.Muralhas que construo-o...que não partem de mim.E fecho-me num mundo só meu
em que ninguém quer entrar...em que não deixo ninguém entrar.E a derrota é tudo o que consigo sentir...e nos recantos mais escondidos,a revolta, a tristeza, a esperança...Perdi-te...Perdi-te...perdi-me também...e o que me resta são memóriase um sentimento que sinto ridículo.Marília Rodrigues 16.02.2007
Sinto-me a flutuar.. em bolas de sabão... Anestesiada por uma musica desconhecida ao ouvido... Embriagada de vontades, seres e estares... Queria-te aqui agora... Deixo-me ir... ao sabor das melodias... ao sabor de palavras cantadas... Deixo de ser, para mim. Sou algo que não sei explicar. E uma espessa nuvem de medos teima em me atormentar, nesta hora tão descontraída... neste momento tão alto... em que me consigo sentir bem, comigo mesma, com o mundo, com as pessoas... Sinto-me drogada, por paixão, por pensamentos que me saltam da cabeça e vão para um espaço infinito de milhões de coisas que sou eu, dentro do meu mundo. Consigo hoje, agora, neste preciso momento, sentir-me bem, sozinha. Talvez porque te sinta aqui... Marília Rodrigues 11.02.2007
Uma lágrima...o começo de muitas lágrimas...
Uma luta...e tudo o que eu sou, chora...a saudade mata,contorce-se por dentro do meu coração...e tudo o que eu sou,já é carne viva...Uma ferida...que se alastrou pelo meu mundo inteiroe o devastou....é assim por vezes o amor?como é a felicidade de o sentir?E onde é que tu estás?Procurei-te nos lugares de sempre,senti por vezes o aroma do teu perfume,uma prova de como lá estiveste...mas já não estás...E o meu mundo vai ruindo...E cada sussurro que oiço,cada pingo de chuva,cada pássaro,têm uma marca tua...Estás demasiado vivo em mim...este amor consome-me e consome-me....Encolho-me deitada,em cima de um banco de pedra fria...
a chuva encharca-me...lava-me a alma,(acalma-me...)leva as minhas lágrimas,mas não me leva o sofrimento,não me leva a saudade,não me leva a mim.Vou sozinha...por mais um caminho incerto...um caminho que nada sei...mas tenho duas certezas,o amor e o sofrimentoque levo na minha bagagem...O que me espera?....Marília Rodrigues 20.01.2007
Onde estiveste?Onde estiveste este tempo todo?Onde tens estado?Procuro-meBato em paredes ocas...falo, grito através de palavras mudas...e o mundo é surdo demais para me ouvir...Os dias que percorro são a fotocopia,
sem tirar nem pôr , um dos outros...mas porquê?Porque me sinto tão abatida...já?Porque me sinto tão rejeitada?excluída...excluo-me talvez...já não tenho vontade para irjá não tenho força para lutarBato em paredes que se desfazem...que deixam fumo...e para lá está a minha passagem...mas eu continuo sem saber se quero ir...não te vejo...as minhas palavras já não chegam até ai...e eu onde estou?e eu quem sou?cobarde...refugio-me na minha gruta...onde apenas sonho e nada vivo.Marília Rodrigues 15.01.2007
Passava os dedos pelo livro...
sentia as palavras...elas desenhavam-se em mim...
e as imagens que eu via...
que eu vi...
era a minha vida aqui...
Não eram sonhos...mas eram...Não era imaginação...mas era...Era tudo o que eu sabia,
tudo o que eu conhecia,
ou não...Era tudo o que eu quis que por um dia,
uma hora, uns breves segundos fosse verdade,
eterna verdade, guardada em nós....
Eu comecei por olhar-me no espelho
de uma casa
velha....
Vi um dia nesse instante...
Vi muitos dias, em todos os instantes seguintes...
E em todos eles...eu sentia a tua falta...
Os meus olhos poderiam olhar pessoas,
poderia falar com elas,poderia estar a lavar a loiça,
a estender a roupa,
ou simplesmente a embalar uma das minhas irmãs...
mas, no meu olhar, eu vi, nesses instantes em que vi muitos dias,vi, que me faltavas tu...
Os dias eram semelhantes...
Tudo o que se passava, eu tinha feito ontem,
mas talvez numa hora, num minuto ou segundo diferente....
E eu morria...
Quando os meus irmãos já deitados dormiam,
e a minha mãe grávida, ainda acordada em frente do computador teclava,
eu deitava-me na minha cama, e escrevia, escrevia...
E pensava em ti....
Eu não sabia que era assim....
Eu na verdade nunca soube como era vir...para aqui...
Hoje, depois das maiores amarguras (talvez),
Agora depois de tudo o que já não lembro (ou não quero lembrar)...
hoje e agora, sei como é deixar, como é viver sem....
sei como foi vir, como é vir, como é viver, ser
aqui....
aqui....bem longe de ti....
aqui...bem longe dos sonhos que imaginei há um ano atrás...
aqui...que não é o meu lugar...
mas é....
Marília Rodrigues 27.12.2006
Eu sabia andar por cima das letras,faze-las dançar nos meus dedos,faze-las voar como pássaros...cheias de liberdade...Será que ainda hoje sei?São erros meus...ou teus?Serei assim tão perigosa....Serei assim tão detestável...Estou assim...tão impossível??Já não sei o que fui...e muito menos no que me estou a tornar...ou no que as pessoas me estão a transformar...Sinto-me o papel amachucado que está no chãodo meu quarto...a um canto...Que palavras rabiscas-te em mim?Danço sozinha...uma das minhas músicas tristes...uma das musicas que ninguém gosta de ouvir...mas eu oiço...e lembro-me de ti...lembro-me do que tu disseste...e choro...
No que nos tornamos...um para o outro?No que te queres transformar para mim?No que queres que me transforme para ti?Dançantes pensamentos suicidas...Dançantes pensamentos luzentes e cheios de vida…enfrascados em infelicidade...como eu?Não...jamais...Devil_Girrl 23.12.2006
As palavras pesam-me a mão...Pesam-me o corpo...Pesam...pesam muito quando doem,de se ouvir...E o quê que tu farias?Eu podia-te as roubar...E não terias que ouvir...Mas poderias olhar...poderias ler...irias ouvir há mesma...Ouvir o ecoar da minha voz na tua cabeça a dizer-te uma por uma...Podia-te amordaçar...assim já não podes falar...já não tinha que te ouvir...Amor...consigo escrever há mesma...Prendia-te os braços...
Deixas-me os olhos a descoberto?Sim...nada de mal me faram...E eu olho-te então...Olho dentro de ti...vou até ao recanto mais escondido da tua almanegra de solidão, negra de maldade, negra de dor, branca de saudade,vermelha de amor....Um amor ódio que te consome...Bates-me, e eu choro de dor...Sentes-te culpado, tiras-me a mordaça, desprendes-mee abraças-me...Pesou ouvir-me...mas pesou-te mais no coração as minhas lágrimase a minha dor...Amo-te....Devil_Girrl 27.11.2006
Não silencies a voz que grita dentro de ti
por liberdade...
Não, não te aprisiones a ti próprio há solidão...
Mas quanto mais tempo te direi tudo isto?
Dou-te uma vida para me dizeres que me amas...
Dou-te bases, chão, para andares, mas ainda assim
tens medo de cair...
O que te digo, são sempre meras palavras, mas estas
não as leva o vento,
já as tuas, tão desimpedidas e cheias de certeza,
deixam-me embriagada por uma luz ofuscante,
de esperanças....esperanças que depois se
deixam de ouvir....
esperanças que se afogam comigo, num mar de letras
tristes que escrevo, escrevo e torno a escrever,
lamentando-me de mim, de ti, dos nossos sentimentos,
de tudo o que passámos, ainda estamos a passar,
e vamos passar mais há frente...
E não imaginas a tristeza que sinto
ao lembrar-me do que tu me disseste um dia...
"custa-me fazer qualquer coisa que te magoe.."
Acredito que te custe...
mas ainda não te apercebeste que é isso que tens feito...
Olha para mim, olha-me nos olhos....
Não vás....olha....
E tu olhas...ao longe,
onde nenhum de nós pode chegar....
onde nenhum de nós pode fazer seja o que for...
Devil_Girrl 17.11.2006
Eu olhei pela janela da sala...
Olhei as ruas, os carros, as pessoas,as lojas, os cafés...Eu quis tanto ver-te…Procurava-te incansavelmenteentre a confusão oriunda da cidade...Mas, só encontrei desconhecidos...Na verdade não encontrei nada,para mim, nada significam estas pessoas,apenas existem, estão, fazem parte do meu dia a dia...Vi-me tão só...Senti-me tão exposta, por te procurar, mais uma vez...Quantas não são as vezes em que paro,em plena calçada, por ver um carro parecido com o teu...Quantas não são as vezes, em que o meu coração dispara,por ouvir o meu telemóvel tocar, e pensar que podes ser tu...Mas nunca é o teu carro...Mas nunca és tu...Deixei-me balançar por entre os sons de um vento frio,frio de ti...e a falta, fala mais alto que ás razões...
e eu ando em círculos, e mais círculos...Labirintos de vida...labirintos de uma relação que já se perdeu o fio do principio...e eu encontro-me entre mais um dos caminhos compridose largos deste labirinto.Podia simplesmente ir ter há saída, mas eu tranquei a porta,e dei-te a chave...
Devolve-me a chave!Ou vem apenas e conforta-me,não me deixes mais sozinha neste labirinto...
Sinto ao de leve o cheiro do teu perfume,sigo o cheiro...e vejo-te a sorrir para mim,um sorriso maléfico, ao contrario de tantas outras vezes, e dizes...Não te dou chave nenhuma, já não te pertence,como eu também não...E achas justo, ficar aqui aprisionada, neste amor só?Deixa, não há de ser assim tão só, virei aqui algumas vezes...Prefiro morrer, que a viver assim...Então mata-te...estás há espera de quê?Como consegues ser assim?Pergunta antes, como consegues amar, alguém assim...
Saí daqui!!!Desaparece, de vez!!!E ele avançou para mim...e beijou-me...Num dos meus muitos afazeres do meu dia a dia,apanhei um autocarro, e enquanto te procurava,adormeci...Um dia saberei tomar uma decisão...Devil_Girrl 01.11.2006
O quê que tu pensas, se eu me for embora?
Mas vais para onde?
Para onde esta vida me levar...
Pergunta...pergunta...aquilo que eu quero ouvir...
Pergunta-me...se não há espaço para ti, na minha mala...
Silêncios...
Uma voz ecoa nas minhas feridas...
faz-me uivar de dor...
Mas isso já estava cicatrizado...
Mas...eu já não sinto...Sentes, sentes...e não é pouco...
Que ideia essa de mergulhares no passado,
e quereres projectar em palavras,
aquilo que querias ter vivido?
Sonhar assim faz-te mal...
Deixa-me em paz....deixa-me sossegada com
os meus escritos...com os meus sonhos...
Não estarás a martirizar-te mais, se continuares
com essa ideia, esse sonho, que jamais se realizará?Como podes ter tu tantas certezas disso?
Prevês o futuro?
Não...mas conheço-me...
E a inconstância dá lugar a dúvidas...
Uma rotina que se quer quebrar,
mas...há algo mais forte que te puxa...
Deixas-te ficar, acomodas-te
ao silêncio de amor...
ao silêncio de afecto...ao silêncio...
há solidão...
Sentei-me no sofá da sala em frente há televisão,
deixei-me vegetar...
E para quê?
Após horas a fio a vegetar, deito-me na cama,
ponho o mesmo cd de ontem no rádio,
e fumo um cigarro...
E porquê?
Porque a rotina, me faz sentir morta,
mas o que me puxa é mais forte...
Eu espero pela minha vez, já tirei a senha há dezassete anos...
Devil_Girrl 10.10.2006
Mergulho em nevoeiros de fumo espesso...
numa imensidão de duvidas, incertezas...medos...
Medo de mim...
Medo de ti...
O que é isto que vivo afinal?
O que é isto que sinto?
Porque me sinto tão impotente...
Prenderam-me os movimentos....
Amordaçaram-me a boca...
E eu...brinco com as pontas dos dedos,
numa fantasia de me libertar de vez do teu enlaçe...
Não me abraces....
Deixa-me pensar!!!!
(Deixa-me chorar....)
Preferia morrer...
...não consigo escolher...
Saí da minha vida!
Saí daqui....de dentro de mim...
Não me lembres!!!
Não me quero lembrar de nada!!!
Quero apenas....
Aquilo que tu não és....
Aquilo que tu nunca conseguiste ser, neste tempo todo...
Porque serias agora??
Amolgar os ossos, amolgou-te o coração,
de tal forma que consigas sentir?
Não consigo acreditar em uma única palavra que dizes...
Para mim, mentes a cada ai...
(Mas quero-te...tanto....)
Fecho-me numa cave...
Fecho-me ao mundo...
Só quero...conseguir pensar...
Deixa-me chorar...
Só pensamentos incertos...
Só ideias...sem a menor conexão com a realidade...
Sonhos, sonhos!!!
A realidade, a cada dia se torna, mais nua, mais dura, mais crua...
Agora...quero realmente fugir...de mim...
Devil_Girrl 29.09.2006
Passa a correr uma mão que nos tira
a esperança...
As ilusões que se cria...Os momentos bons que passam a fragmentos,
de tristeza e dor...
momentos, que custam a recordar...
momentos, que nos deixam lágrimas de saudade...
Mas porquê ter saudades de uma mentira?
porque sentiste...
Sinto-me parada e presa,
num tempo só meu...
Devil_Girrl 26.09.2006